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Programa Identidade Verde na Subprefeitura de Perus

Portal 2 setembro 2010 Noticias 192 views No CommentVersão para Impressão Versão para Impressão

Programa Identidade Verde

A Subprefeitura Perus participa desde o início deste mês do Programa Identidade Verde desenvolvido pela Secretaria de Coordenação das Subprefeituras, que visa A Subprefeitura Perus participa desde o início deste mês do Programa Identidade Verde desenvolvido pela Secretaria de Coordenação das Subprefeituras, que visa o mapeamento das condições das árvores existentes em São Paulo, por meio de cadastro, inventário e diagnóstico técnico. A ideia é diminuir os incômodos causados pelas árvores paulistanas, principalmente, por causa da má conservação.

Ele é dividido em duas fases. Na primeira, engenheiros e agrônomos da Secretaria treinam funcionários das Subprefeituras, com uma ‘rua-piloto’. No caso de Perus, são duas ruas – Carlos Santos Xavier de Morais e Gonçalves de Andrade – porque o número de árvores no Distrito é muito pequeno em relação ao seu tamanho. Da capacitação participa uma equipe de seis pessoas, sendo três técnicos e três agentes de apoio. Na segunda, os próprios funcionários das Subs continuarão o mapeamento de todas as árvores.

A partir da capacitação dos técnicos e servidores das Áreas Verdes, será elaborado o diagnóstico, cujos dados serão inseridos no Sistema de Gerenciamento de Árvores Urbanas (Sisgau), da Secretaria. A partir daí, cada Sub fará as intervenções necessárias que podem variar desde uma simples poda ou reforma de um canteiro até a remoção ou o transplante de uma árvore, além da identificação de locais para novos plantios.

Segundo a engenheira agrônoma Maria Cláudia Tordin Stenico, que faz parte da equipe que realiza o treinamento na Sub Perus, “o programa visa tanto a ação preventiva de acidentes envolvendo árvores, devido ao seu estado de conservação e saúde, como também conscientizar os munícipes sobre a importância da arborização na cidade, para a sua qualidade de vida, e o custo da muda e da equipe de plantio para a Prefeitura, estimulando a conservação das áreas plantadas”, explicou.

Durante o treinamento, os participantes avaliam cerca de 80 itens, que incluem as condições do entorno da árvore, georreferenciamento, canteiro, permeabilidade, distância dos elementos de referência, avaliação das raízes, colo, tronco, copa e no geral. Também são feitas recomendações, dentre as quais, poda de limpeza, remoção por transplante, da vegetação parasita ou interferente, adequação do elemento urbano e do canteiro, análise de risco de queda, se pertencem ao patrimônio ambiental, etc.

Em Perus, as principais espécies encontradas nas duas ruas citadas são: Sibipiruna, Ipê, Quaresmeira, Fícus, Alfenê, Resedá e Espatódia, algumas plantadas há mais de 50 anos, por causa do aspecto estético e pela floração. “Hoje em dia opta-se pelas espécies mais nativas, como Falsa Murta, Sibipiruna, Urucum, porque é necessário respeitar as questões de acessibilidade (largura de calçada) e fiação. As mudas variam de acordo com a disponibilidade dos viveiros existentes em Perus, Parque do Carmo, Ibirapuera e Cotia”, disse.

Dentre os problemas encontrados nas árvores das duas ruas analisadas em Perus estão a existência de cupim, falta de espaço suficiente para as raízes e canteiro adequado, tronco inclinado com risco de queda, necessidade de poda, etc. No entanto, existem muitos lugares onde é possível plantar mudas, desde que a calçada tenha no mínimo 1,60 metros de largura, para respeitar as regras de acessibilidade. Já o tamanho do canteiro varia: 2 metros quadrados para árvores de pequeno porte e 3 metros quadrados para árvores de grande porte.

Como participar do programa

Todo munícipe pode colaborar com o programa, a partir de algumas medidas simples, como regar sempre as mudas e árvores, inclusive a de seus vizinhos; não cimente a base das árvores, elas precisam de espaço para as raízes, e assim, não destruirão a calçada; não coloque placas, luzes de Natal ou pregos nas árvores, pois isso possibilita o surgimento de doenças; não pinte os troncos, isso compromete a saúde das árvores; e receba bem o técnico que diagnosticará a sua árvore, a função dele é melhorar a qualidade de vida das árvores e melhorar a cidade em que vivemos.

Texto: Solange Spiandorin

A Subprefeitura Perus participa desde o início deste mês do Programa Identidade Verde desenvolvido pela Secretaria de Coordenação das Subprefeituras, que visa o mapeamento das condições das árvores existentes em São Paulo, por meio de cadastro, inventário e diagnóstico técnico. A ideia é diminuir os incômodos causados pelas árvores paulistanas, principalmente, por causa da má conservação.

Ele é dividido em duas fases. Na primeira, engenheiros e agrônomos da Secretaria treinam funcionários das Subprefeituras, com uma ‘rua-piloto’. No caso de Perus, são duas ruas – Carlos Santos Xavier de Morais e Gonçalves de Andrade – porque o número de árvores no Distrito é muito pequeno em relação ao seu tamanho. Da capacitação participa uma equipe de seis pessoas, sendo três técnicos e três agentes de apoio. Na segunda, os próprios funcionários das Subs continuarão o mapeamento de todas as árvores.

A partir da capacitação dos técnicos e servidores das Áreas Verdes, será elaborado o diagnóstico, cujos dados serão inseridos no Sistema de Gerenciamento de Árvores Urbanas (Sisgau), da Secretaria. A partir daí, cada Sub fará as intervenções necessárias que podem variar desde uma simples poda ou reforma de um canteiro até a remoção ou o transplante de uma árvore, além da identificação de locais para novos plantios.

Segundo a engenheira agrônoma Maria Cláudia Tordin Stenico, que faz parte da equipe que realiza o treinamento na Sub Perus, “o programa visa tanto a ação preventiva de acidentes envolvendo árvores, devido ao seu estado de conservação e saúde, como também conscientizar os munícipes sobre a importância da arborização na cidade, para a sua qualidade de vida, e o custo da muda e da equipe de plantio para a Prefeitura, estimulando a conservação das áreas plantadas”, explicou.

Durante o treinamento, os participantes avaliam cerca de 80 itens, que incluem as condições do entorno da árvore, georreferenciamento, canteiro, permeabilidade, distância dos elementos de referência, avaliação das raízes, colo, tronco, copa e no geral. Também são feitas recomendações, dentre as quais, poda de limpeza, remoção por transplante, da vegetação parasita ou interferente, adequação do elemento urbano e do canteiro, análise de risco de queda, se pertencem ao patrimônio ambiental, etc.

Em Perus, as principais espécies encontradas nas duas ruas citadas são: Sibipiruna, Ipê, Quaresmeira, Fícus, Alfenê, Resedá e Espatódia, algumas plantadas há mais de 50 anos, por causa do aspecto estético e pela floração. “Hoje em dia opta-se pelas espécies mais nativas, como Falsa Murta, Sibipiruna, Urucum, porque é necessário respeitar as questões de acessibilidade (largura de calçada) e fiação. As mudas variam de acordo com a disponibilidade dos viveiros existentes em Perus, Parque do Carmo, Ibirapuera e Cotia”, disse.

Dentre os problemas encontrados nas árvores das duas ruas analisadas em Perus estão a existência de cupim, falta de espaço suficiente para as raízes e canteiro adequado, tronco inclinado com risco de queda, necessidade de poda, etc. No entanto, existem muitos lugares onde é possível plantar mudas, desde que a calçada tenha no mínimo 1,60 metros de largura, para respeitar as regras de acessibilidade. Já o tamanho do canteiro varia: 2 metros quadrados para árvores de pequeno porte e 3 metros quadrados para árvores de grande porte.

Como participar do programa

Todo munícipe pode colaborar com o programa, a partir de algumas medidas simples, como regar sempre as mudas e árvores, inclusive a de seus vizinhos; não cimente a base das árvores, elas precisam de espaço para as raízes, e assim, não destruirão a calçada; não coloque placas, luzes de Natal ou pregos nas árvores, pois isso possibilita o surgimento de doenças; não pinte os troncos, isso compromete a saúde das árvores; e receba bem o técnico que diagnosticará a sua árvore, a função dele é melhorar a qualidade de vida das árvores e melhorar a cidade em que vivemos.

, por meio de cadastro, inventário e diagnóstico técnico. A ideia é diminuir os incômodos causados pelas árvores paulistanas, principalmente, por causa da má conservação.

Ele é dividido em duas fases. Na primeira, engenheiros e agrônomos da Secretaria treinam funcionários das Subprefeituras, com uma ‘rua-piloto’. No caso de Perus, são duas ruas – Carlos Santos Xavier de Morais e Gonçalves de Andrade – porque o número de árvores no Distrito é muito pequeno em relação ao seu tamanho. Da capacitação participa uma equipe de seis pessoas, sendo três técnicos e três agentes de apoio. Na segunda, os próprios funcionários das Subs continuarão o mapeamento de todas as árvores.

A partir da capacitação dos técnicos e servidores das Áreas Verdes, será elaborado o diagnóstico, cujos dados serão inseridos no Sistema de Gerenciamento de Árvores Urbanas (Sisgau), da Secretaria. A partir daí, cada Sub fará as intervenções necessárias que podem variar desde uma simples poda ou reforma de um canteiro até a remoção ou o transplante de uma árvore, além da identificação de locais para novos plantios.

Segundo a engenheira agrônoma Maria Cláudia Tordin Stenico, que faz parte da equipe que realiza o treinamento na Sub Perus, “o programa visa tanto a ação preventiva de acidentes envolvendo árvores, devido ao seu estado de conservação e saúde, como também conscientizar os munícipes sobre a importância da arborização na cidade, para a sua qualidade de vida, e o custo da muda e da equipe de plantio para a Prefeitura, estimulando a conservação das áreas plantadas”, explicou.

Durante o treinamento, os participantes avaliam cerca de 80 itens, que incluem as condições do entorno da árvore, georreferenciamento, canteiro, permeabilidade, distância dos elementos de referência, avaliação das raízes, colo, tronco, copa e no geral. Também são feitas recomendações, dentre as quais, poda de limpeza, remoção por transplante, da vegetação parasita ou interferente, adequação do elemento urbano e do canteiro, análise de risco de queda, se pertencem ao patrimônio ambiental, etc.

Em Perus, as principais espécies encontradas nas duas ruas citadas são: Sibipiruna, Ipê, Quaresmeira, Fícus, Alfenê, Resedá e Espatódia, algumas plantadas há mais de 50 anos, por causa do aspecto estético e pela floração. “Hoje em dia opta-se pelas espécies mais nativas, como Falsa Murta, Sibipiruna, Urucum, porque é necessário respeitar as questões de acessibilidade (largura de calçada) e fiação. As mudas variam de acordo com a disponibilidade dos viveiros existentes em Perus, Parque do Carmo, Ibirapuera e Cotia”, disse.

Dentre os problemas encontrados nas árvores das duas ruas analisadas em Perus estão a existência de cupim, falta de espaço suficiente para as raízes e canteiro adequado, tronco inclinado com risco de queda, necessidade de poda, etc. No entanto, existem muitos lugares onde é possível plantar mudas, desde que a calçada tenha no mínimo 1,60 metros de largura, para respeitar as regras de acessibilidade. Já o tamanho do canteiro varia: 2 metros quadrados para árvores de pequeno porte e 3 metros quadrados para árvores de grande porte.

Como participar do programa

Todo munícipe pode colaborar com o programa, a partir de algumas medidas simples, como regar sempre as mudas e árvores, inclusive a de seus vizinhos; não cimente a base das árvores, elas precisam de espaço para as raízes, e assim, não destruirão a calçada; não coloque placas, luzes de Natal ou pregos nas árvores, pois isso possibilita o surgimento de doenças; não pinte os troncos, isso compromete a saúde das árvores; e receba bem o técnico que diagnosticará a sua árvore, a função dele é melhorar a qualidade de vida das árvores e melhorar a cidade em que vivemos.

Texto: Solange Spiandorin
Prefeitura

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